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17/11/2014

Expectativa de crescimento do setor de seguros é maior em Minas

O setor de seguros vai fechar 2014 firme com a meta de nos próximos anos colocar o Brasil entre os dez primeiros mercados mundiais consumidores da proteção.

Seja para não correr riscos com o carro recém-comprado, para garantir o atendimento à saúde ou mesmo para fazer poupança para a previdência ou garantir a lavoura, a sétima economia do mundo ocupa o 12º lugar no ranking mundial do mercado consumidor da proteção, mas mostra potencial para crescer. Em ano de estagnação do Produto Interno Bruto (PIB) o mercado nacional projeta alta de 11% no fechamento do ano. Minas Gerais que tem atraído representantes do mercado nacional e internacional deve avançar mais, 16%.

Seja para produtos com valores mensais inferiores a R$ 50, como a proteção para residência, ou seguros de grande porte como o rural, o país ainda não desenvolveu seu potencial para cultura da proteção. Mesmo com demanda reprimida e a economia andando de lado, o setor deve arrecadar R$ 324 bilhões, segundo projeção da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na década de 90, o mercado de seguros representava pouco mais de 1% do Produto Interno Bruto (PIB), hoje esse percentual gira próximo a 6%.

Segundo o Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais (Sindseg-MG), há uma expectativa de crescimento maior em Minas em relação aos demais estados em todas as carteiras, mais notadamente na modalidade de Seguros de Bens Patrimoniais (com 39% em Minas e 22% no Brasil) e na de seguros de pessoas (com 10% em MG e 5% no Brasil). O crescimento da carteira de seguros de automóveis projetado para 2014 está na faixa de 7% ( tanto em Minas como no Brasil). Venda de apólices para proteção de veículos deve ter crescimento de 7% este ano, apesar da economia fraca

Uma das modalidades líderes de vendas no país é o seguro para automóveis. Nesse sentido, Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste ressalta que junto com a expansão o setor deve também haver crescimento da informação ao consumidor, bem como melhoria constante no atendimento. “No caso do seguro de automóveis, ainda recebemos reclamações, por exemplo, quanto à demora e burocracia para liberar o atendimento ao consumidor”, alerta.

Diante das expectativas de aquecimento do setor, os seguros gerais devem avançar 12,8% no próximo ano, permanecendo o seguro de carro o líder do segmento, com 50% das vendas; 15% deve ser a alta da previdência, com os planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) na liderança e avanço dos seguros de vida ligados à viagem, prestamista (para evitar a inadimplência) e funeral.

A capitalização deve ter alta de 23% com alta na venda de produtos como aqueles que substituem o fiador em aluguel; 16,7% é a alta estimada na venda de planos de saúde suplementar.

 

 


Fonte: www.segs.com.br

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